Oh! que saudades que tenho
da aurora da minha vida,
da minha infãncia querida
que os anos não trazem mais!
que amor,que sonhos, que flores.
Naquelas tardes fagueiras
à sombra das bananeiras,
debaixo dos laranjais!
(...)
Casimiro de Abreu. Poesia
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
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